sábado, 13 de fevereiro de 2016

Testando isca artificial na praia - Pescando com Colher

Sempre gostei de evoluir, experimentar novas formas e soluções principalmente na pesca de praia.
Em uma ida a um shopping de verão aqui perto, sabe essas feiras em galpões que costumam aparecer somente na temporada em praia do litoral catarinense. Este shopping de verão foi em barra velha, nele encontrei uma isca artificial que a algum tempo pensava em comprar.

A isca é muito simples, chamada de colher, isto mesmo, o nome diz tudo, nada mais é do que uma colher com uma garateia na ponta. Trata-se de uma das iscas artificiais mais antigas utilizadas, e por pesquisas que fiz foi originada para pesca em mar em terras frias. Esta isca acabou originando os spinners, jigs e outras iscas. 

Seu funcionamento é simples, ao ser recolhida balança de um lado para outro e o brilho prata chama a atenção de predadores. Na cor prata é mais funcional já que a maioria dos peixes do mar é prateado.

Não pude suportar a agonia e mesmo com o mar meio virado no final de tarde, fiz um testes. A pescaria acaba levando o pescador a entrar na água e a desenvolver a técnica observando qual a melhor posição de ser arremessada para produzir bem o trabalho da isca.

Arremessei até cansar o braço e começar a escurecer. Não peguei nada, mas surpreendentemente notei duas perseguições na isca o que me deixou muito entusiasmado e empolgado. "Acho que a danada funciona mesmo".

Terei que testar mais afrente para ter certeza.

Colher para pesca na praia
  

Por do sol com peixes.

Nascer do sol
Neste final de semana queria voltar a meu ritmo normal de pesca, acordei as 6:00h de sábado, peguei minha tralha que já tinha deixado preparada na sexta a noite e me mandei para a praia. Sabia que poderia até ter o privilégio de assistir o nascer do sol e observar o dia acordar devagarzinho a beira mar. Pouquíssimas pessoas, somente alguns pescadores foram chegando logo após eu fixar minhas secretárias e um ou outro caminhante de praia.

A maré estava completando o ciclo de alagamento e iniciando o ciclo de vazante, mas pescador que sou "mais vale um dia de pesca com chuva do que um dia de sol no trabalho", vamos lá, pensei em compensar com uma boa isca, varas em várias posições e muita vontade de capturar peixes.

Ao meu lado mais adiante, estava um casal novo, um  rapaz com uma vara menor, via que não estava preparado a pesca de praia com uma vara para pesca no máximo a curta distância. Tentando pegar alguma coisa e ensinando sua esposa ou namorada a tentar arremessar e aprender a pescar. Boa técnica, se o casal cria gosto pelo hobby, um será o companheiro de pesca do outro, o que pode lhe render ótimos momentos juntos e estreitar ainda mais a relação do casal.

Arremessei minha vara longa (Versus 3900T) com duas pernadas e fui iscar minha vara menor para pesca a curta distância. Logo que coloquei a linha no primeiro canal o rapaz me interrompeu todo sem graça, "Bom dia, o senhor sabe se tem uma loja de material de pesca aqui por perto", perguntei a ele o que ouve, tinha perdido a chumbada. Até sei por que, mas isto vou deixar para falar em outro post. Orientei a ele onde tinha uma loja e ofereci a emprestar uma chumbada para ele. O Garoto saiu faceiro continuar sua pesca e disse que devolveria quando fosse embora.

Olhei minha vara maior e notei batidas de ponta de vara. Fisguei para confirmar e senti o peso, comecei a recolher a sobra da linha que era formada por levantar a vara e a puxada ficou estranha, parecia um zig e zag meio sem forma, pesado e atrapalhado. "Acho que é um duble", mas não pareciam peixes muito grandes. Dito e feito um duble de pequenos bagres, "Hia-Hia estava me presenteando".

Bati a foto rápido pois minha vara a curta distância estava dando sinal, fisguei mas não veio nada, o camarão estava todo mordiscado, sinal de pequenos peixes ou siri. Isquei as varas e coloquei na mesma distância só que em posições diferentes.

Quase após o arremesso da vara maior, uma fisgada, fui recolhendo e de repente o peso aumentou e ficou ainda mais louco, fui recolhendo e pude ver mais um duble, dois bagres que tamanho bom.  Bati a foto rapidamente, soltei os garotos e fui ajudar a outra vara que estava louca pulando na secretária. Fisguei e fui recolhendo, pelo tipo de briga de puxar e se fixar era outro bagre. Dito e feito, um outro bagre com inveja da dupla, veio bater foto.

Maravilha pura, em menos de 15 minutos de pesca efetiva, muita ação e 5 peixes. Depois disto, iniciou-se um ritual infinito de trocar a isca, bateu a sirizada que não deu trégua, mudei a vara para todas as posições, a maré está em seu estado mais vazante e pelo sinal de siris não tinha peixe no local.


O jeito foi aguardar o ciclo retornar e ver se pegava mais alguma coisa, observando o nascer do sol magnífico a minha frente e a quantidade de caminhantes que foi aparecendo. Na areia ocorre também um ciclo humano, inicia pelos pescadores, depois pelos caminhantes, depois aparece os bombeiros colocando bandeiras e logo após os banhistas. Quando chega o ultimo ciclo é hora de começar a pensar em ir embora, por que mesmo a praia toda deserta os banhistas sempre insistem em se banhar próxima as varas o que é um risco enorme para o pescador.

Antes de ir embora o rapaz veio até mim e me devolveu a chumbada, sintático perguntou, "pegou alguma coisa ?", mostrei a ele as fotos, ficou admirado pois tinha pegado apenas um pequeno bagrinho. Mas é assim "de bagrinho em bagrinho é que se pega um Pampão".

Hora de voltar, 9:30h fui recolhendo meu material e para terminar bem, um pampinho veio na vara a curta distância, nem quis bater foto, se soltou do anzol quando fui pega-lo e voltou para o marzão rebolando a toda.

Maravilha de pescaria, agora é voltar para casa e domar um segundo café.


Esta  foto bati sem querer mas ficou linda

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Dicas de um Pescador - Pescaria de Praia: Como conservar camarão para pesca de praia

Sem sombra de dúvida o camarão é a isca universal para pesca de praia. Sua produtividade tanto em captura quanto em quantidade de espécies é indiscutível. Alem de ser de certa forma fácil de ser encontrada, pelo menos em tempos em que sua pesca não é proibida.

Mas a pergunta sempre vem, o que fazer em épocas em que é proibido a pesca do camarão? Outra pergunta, o que faço para ter disponível sempre isca para pescar e não depender da sorte de tentar encontrar boas iscas?

Minha dica de hoje vem ajudar os pescadores prevenidos em possuir sempre a disposição boas iscas para pescar.
Embora fica aqui minha opinião, nada se iguala ao camarão fresco do dia, aquele que não passou por resfriamento ou conservação imprópria.

Então aqui vai a dica:
COMO CONSERVAR CAMARÃO PARA PESCA DE PRAIA.

1. Compre camarão fresco, deve ser camarão que não passou por congelamento e que esteja em ótimo estado.
2. Retire a água que tenha no camarão colocando em um recipiente e deixando escorrer.
3. Não lave o camarão com água doce. 
4. Retire as cabeças dos camarões sem lava-los em água doce.
5. Deixe com casca e com as patas.
6. Escora novamente e adicione sal.
7. Pode ser colocado um pouco de sal grosso.
8. Sacuda o recipiente para que o sal se espalhe em todo o camarão.
9. Agora é só colocar no congelador.
10. Pode-se utilize cada porção para uma pescaria. Não aconselho retornar a congelamento, pois após utilizar a primeira vez o camarão perde sua qualidade.
Aconselho fazer pequenas porções condicionando em pequenos potes pronto para cada pescaria.



sábado, 6 de fevereiro de 2016

Pescando na Praia da Enseada em Barra Velha


A pescaria de hoje foi na praia da enseada em Barra Velha - SC.
O lugar é simplesmente magnífico, protegido por se tratar de uma reserva para a procriação da Coruja da areia, uma espécie hemigâmica (só tem ali) da região.

A praia da Enseada margeia um lingo lago natural, a estrada de chão tem como companheira de um lado o lago e do outra a praia. Por se tratar de uma reserva é proibido acampamentos e construções no local, criando uma excelente praia para prática da pesca de praia, sem falar no privilégio de não possuir banhistas, surfistas, vendedores e até salva vidas. Ressume-se em pescadores e visitantes que somente passam e apreciam o local.

Levei para minha escaria todo meu arsenal, não queria perder a chance de boas fisgadas. Instalei minha SuperCast de  3,80m com molinete Marines Sport XT6000, esta utilizei para pescar mais ao fundo após a terceira linha de arrebentação, uma vara curta para pesca a curta distância com molinete XT2000, e minha Versus 3600T 3,80m com um molinete Marines Elite 3000. Todos com linha 0,20mm com arranque de 0,35mm com duas e três pernadas.

Meu erro já iniciou na isca, acabei esquecendo de comprar uma boa isca. Lembra de minha dica sobre iscas, pois é, utilize sempre camarão que você mesmo tem vontade de comer. Acabei levando camarão que tinha na geladeira e já passou por dois congelamentos, estava borrachudo e sinceramente, não comeria.

Mas mesmo assim, tentei compensar com minha técnica e minha tralha. Armei as varas com 7 a 8 metros de distância uma das outras, uma em cada valeta de pesca, uma na primeira arrebentação, uma na segunda e outra bem ao fundo.

Depois de 1,5 de pescaria, pensei que a coisa não seria muito boa, nem sinal de peixe e minha decepção foi aumentando. Comecei a pescaria por volta das 16:00 horas e até as 18:00, nada, nem um beliscão, só o que me consolava era olhar os demais pescadores, que também não tiravam nada na água.

Minhas mulheres (filhas e esposa) chegaram para me buscar e ficar um pouco por ali, e minha frustração foi se transformando em pânico. Comecei a analisar meus erros, o local e o ambiente, observei que mais uma vez a água estava muito quente, mas muito mesmo, outro fato, muitos peixes mortos na areia. São dois sinais desfavoráveis, peixes mortos pode ser resultado de pesca predatória, onde barcos passam com a rede, rastelando tudo que encontram. 
A água quente do mar é outro fator, pelo que observo em dias assim o peixe procura por águas mais frias, talvez por sentir calor, brincadeiras a parte, a água quente afasta as criaturas da areia e afugenta o peixe por não encontrar nada para comer.

E assim bateu as 20:00h praticamente e não obtive nenhum sucesso, a isca borrachuda, água quente, peixes mortos compensaram o belo dia, com água clara, formação das ondas muito boa pra criação de canais e minha vontade.

Fica para próxima, e fica aqui minha dica "pesque apenas com camarão que você sinta vontade de comer", caso contrário a pescaria somente vai lhe render bons momentos na natureza.



sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Pescaria de final de tarde produtiva.

Nesta Sexta devido a alguns trabalhos próximo do litoral, as 17:00 horas já estava pronto e disponível para dar uma pescadinha. O pessoal ficou de  férias na praia e a "galinha dos ovos de ouro" (eu)  já estava de volta trabalhando.

Costumeiramente saímos de casa na sexta no final da tarde e vamos para a praia, no sábado pela manhã já estamos por lá, com as férias de minhas meninas e minha esposa ficaram na praia, o tempo de ir até em casa e voltar ganhei de pescaria.

Desta vez, iria pescar com duas varas, uma a longa distância para a terceira onda, utilizando minha Sport Marines Versus 3900T e outro equipamento a curta distância na primeira onda, com uma vara curta Sport Marines SuperCast  com Molinete XT2000.

O mar estava com a água clara, ondas com boa formação com a maré iniciando a fase de alagamento, ótimo momento para produzir muita ação a curta distância, pois os peixes menores procuram a maré cheia como oportunidade de colher animais da areia.

Após alguns ajustes e uma sobre posição de linhas (Acabei arremessando a linha da vara a curta distância sobre a linha da outra vara). Ocorre uma navalhada na vara a curta distância, um Baiacu passou legando tudo e não teve o azar (ou a sorte para mim) de ficar preso em um dos anzóis. Sabendo disto a pescaria muda, pois terei que possuir muita sensibilidade para fisgar o danado. Troquei os empates navalhados, isquei, posicionei a linha no mesmo local, e fiquei com a vara em punho.

Não demorou muito para um beliscão, uma fisgada vigorosa com a resposta de um puxão do outro lado, peguei o danado. Fui recolhendo e sentindo o tradicional peso de linha, o baiacu quando percebe sua captura se infla virando um peso morto.

Isto me faz lembrar o motivo que os pescadores esportivos odeiam este peixe, não possui muita briga, pelo menos os menores, alem de necessitar muita técnica para fisga-lo sem empate de aço. Eu já gosto, é um desafio tirar um desses do mar. O garoto era pequeno, tirei com cuidado o anzol que estava no canto da boca, vale lembrar que um descuido com este peixe e você leva para casa somente a metade do dedo. Tirei a foto e deixei que ele se recupera-se na água até voltar a nadar e parar com o disfarce de quase morto.

Muito bem, arruma-se novamente todas as varas, troca-se as iscas, arremessa, muda de posição e direção e finalmente uma fisgada em minha vara maior. Senti que era um peixe pequeno, recolhi e um pequeno bagre veio tirar uma foto na areia. Beleza, tá valendo, voltamos para o arremesso.
Mais uns beliscões na vara a curta distância e um telegrama foi passado, a ponta de vara treme feito louca, este não era um bagre. Fisguei e comecei a recolher, senti o "zigue e zague" na onda, lá vem um surfistinha, um pampinho a curta distância. Este bicho é realmente brigador e sabe fazer uma boa apresentação de entrada. Tirei o anzol e minhas meninas correram me pedindo para soltar, deixei minha filha mais nova soltar o pequeno que saiu igual um torpedo para dentro da água, minha pequena comentou "peixe foguete pai".

Ótimo, o que importa é a ação. Então chegou a vez de minha Versus 3900T, um pelo telegrama de ponta de vara, gosto de uma fisgada assim onde a ponta da vara aponta para o local onde está o peixe. Fisguei apenas para confirmar, pois com a festa da ponta da vara não precisava mais nada. Logo pude ver na onda o "Surfista" levando a linha de um lado para outro, um Pampo já com um tamanho um pouco maior. "Etá guri valente!!!", brigou até chegar na areia, fazendo um trepidar como se estivesse encima de uma frigideira com  óleo fervendo.
Tirei o garoto e devido ao tamanho maior, soltei eu mesmo. Coisa linda ver o "Peixe Foguete" sair a toda para dentro do marzão.



Para completar mais dois bagres pequenos saíram até o final da pescaria. As meninas já estavam pedindo para voltar para casa. Maravilha de pescaria, com bastante ação e variedade de peixes, tradicional na pesca de praia.


O tempo está começando a melhorar para a pesca de praia, alem de estarmos chegando a calmaria depois do fim de ano, com as previsões dos jornais que vai chover em pancadas durante o dia, muita gente fica em casa o que diminui a quantidade de gente na praia liberando para pesca. Eu já sou o contrário se vai chover uma chuva amena e espaçadas é ótimo motivo para pegar uns Paratis que gostam desta condição de tempo, alem de não ter ninguém na praia, só pescadores como eu.


terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Pescaria de final de Tarde - Dica sobre Produtividade na Pescaria de Praia


Levei meu pessoal para praia, estão de férias e eu não. Porem tinha alguns trabalhos para serem feitos no litoral me facilitando o retorno no final da tarde.

Nesta terça, concluí meus trabalhos e por volta das 18:00h já estava em casa. Decidi então arriscar uma pescaria de final de tarde, mesmo sabendo que mão possuía muito de Luz.

Pesquei até anoitecer e até consegui enxergar, outro detalhe, utilizei como isca o que encontrei na praia, no caso pequenas tatuíras. Tive sorte em encontra-las a maré estava em completa vazão, o que realmente dificultava para encontrar organismos na areia. Outra situação que posso dizer, quando a maré está em vazão total, a produtividade realmente é muito baixa, alem das ondas tenderem a perder a força, os canais de peixes não ficam bem definido, a força da onda é pouca para forma-los.

Segui a estratégia de pescar com as tatuíras vivas, é uma técnica cruel para as tatuíras, embora a ciência confirme que são encapasses de sentirem dor, passo o anzol pela calda de maneira a ponta com a fisga sair no meio do casco (Veja minhas dicas sobre iscas vivas). Esta técnica permite que a isca se movimente na água num estilo que demonstra ser fácil captura-la.
Não ocorreu nenhuma ação, nada, troquei a isca algumas vezes mas nenhum movimento. Ao meu redor estavam vários pescadores de final de tarde e o mesmo pude observar.

O VERDADEIRO PESCADOR DE PRAIA

Neste ponto quero fugir de minha pescaria e falar um pouco sobre a realidade de um pescador de Praia.  Se engana quem acredita que uma pescaria de praia é uma loucura de ação e sempre se enche o balde de peixe (quando a pretensão é a captura para consumo).

Todos contam histórias incríveis de muitas capturas, mas com a experiência que possuo, lamentavelmente um ponto não é contato, o tempo, isto mesmo, quanto tempo o pescador pescou. Uma pescaria de praia para possuir certo número de capturas deve possuir no mínimo três horas de duração. Quando escuto que o pescador ficou pescando vinte minutos e pescou uma variedade de peixe enorme com muitas capturas, logo imagino, este cara andou assistindo muitos programas de pesca.

Este é o ponto, quando assistimos um programa de pesca, só presenciamos o momento de cada captura, muitas vezes para um apresentador fazer um programa de 20 minutos de duração tem que pescar durante dois ou três dias seguidos. Mesmo quando teve sorte, levou no mínimo 4 horas para realizar a pescaria.

Temos que lembrar que estou falando de uma pescaria com variação de espécies, não estou falando aqui de achar um cardume de Pampos e tirar 10 em um intervalo de tempo pequeno. As vezes damos esta sorte, mas neste ponto sou matemático, amplia esta sorte quem pesca continuamente.

Então meu amigo, se você está iniciando a pescaria, ou pesca apenas em temporadas, quero lhe dar uma notícia triste, você acaba pegando um ou outro peixe em sua pescaria, não por que não tem peixe, mas sim, devido ao tempo que você pesca, sua técnica e continuidade.

Geralmente uma pesca em praia sadia (sem poluição), num intervalo de três horas gera uma quantidade de 3 a 8 capturas. Mesmo pescando com mais de um equipamento. Até por que utilizar muitos equipamentos(varas) compromete a atenção do pescador. Acredito que um pescador consiga atender apenas três varas sem comprometer a atenção aos detalhes da pescaria.


Vai aqui meu relato, um pouco de experiência vivida e um de meus ditados "Só pega peixe quem pesca". Se o pescador procura ampliar a chance de captura, alem de pescar em praia sem poluição, possuir boa isca, preparar o equipamento de forma correta e posicionar o anzol no local certo da praia, também necessita pescar durante um intervalo de tempo adequado.

Minhas pescaria não rendeu nada, voltei para casa sem captura hoje. Acredito que dessa vez, o tempo é que foi o maior influenciador de meu insucesso.

Vou, mas volto, com certeza.