domingo, 4 de maio de 2014

Pampinho finalmente

No Domingo o dia estava mantendo o padrão de tranquilidade e beleza. Sem nuvens, água muito clara, poucas ondas.
Novamente tentei repetir a pescaria inusitada do feriado e levei minha vara para pescaria a Curta Distância.
Desta vez levei minha tralha tradicional para trocar  anzóis e chumbo se necessário.

Voltei a repetir a iscas com minhocas da areia.
Desta vez nos primeiros minutos não foram iguais, 15 minutos se passaram e não tinha recebido nenhum sinal de peixe. No feriado já tinha feito capturas até de Siri.

Fiquei nesta rotina, trocando de lugar e mudando a isca por mais uns 10 minutos quando finalmente recebi o primeiro sinal de peixe. Fisguei e fui recolhendo com firmeza, pude ser o bicho surfando nas ondas, conheço muito bem este estilo, eram um Pampo Amarelo.
Nem vou voltar a repetir que adoro pegar este peixe, ele é muito esportivo. (Desculpa repeti)
Retirei o garoto do anzol e pude perceber que ele tinha algumas marcas de ataques, porem demonstrava muita vitalidade, soltei o garoto que voltou calmo para dentro do mar.

Troquei a isca e volte a fazer um novo arremesso, dessa vez arremessei atrás da segunda arrebentação. Com o equipamento que tinha, o mais longe que pude.
Aguardei por mais alguns minutos e novamente mais um Pampo Amarelo, praticamente do mesmo tamanho, só não era o mesmo por que não tinha as marcas de ataque.

Ficou por isto mesmo, já estava na hora de voltar para casa e iniciar o ritual do churrasco.
Desta vez a pescaria não foi com muita ação, mas deu para matar a Saudade desses peixes brigadores.

Pampo Amarelo

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Grande Paratis em um belo dia de inverso

Aproveitando a folga de ter emendado o feriado de 01 de maio.
Com muita preguiça fui para praia com a família.
Nos arrumamos mais para dar uma volta, andar na areia e ficar um pouco apreciando o mar.
Peguei minha vara de 2,4m com Molinete Beta II 400 da Marines, um saquinho de minhoca da areia, deixei armado um chumbo com dois anzóis numero 9, e displicente sem muita pretensão de fazer grande pescaria fomos para praia.

Ao chegar na praia me deparei com um lindo dia de inverno, sabe aqueles de águas bem claras quase sem ondas? Pois bem as meninas ficaram loucas e queriam pular na água, mas como não estava muito quente e a água fria não deixamos.

Isquei minha tralha e não caprichei muito no arremesso.
Tão logo caiu dentro da água, foi o imediato puxão. Minha nossa, o que estava acontecendo. Pensei já todo entusiasmado. Recolhi mas senti que não tinha pegado nada, claro, não estava preparado para isto.

O anzol mais acima tinha sido levado toda a isca.
Arrumei tudo novamente e voltei a arremessar próximo do mesmo local.
Não demorou 5 minutos e lá veio o puxão. Dei uma fisgada e dessa vez não fiquei para trás, fui rebocando o bicho pela água a fora.

Um Paratí, não muito grande de tamanho padrão.
Me animei, só lamentei que a preguiça era tanta que não trouxe nem celular, nem máquina fotográfica.
Soltei o garoto, arrumei a isca novamente e posicionei o arremesso um pouco mais para a esquerda de onde peguei o meu amigo anterior.
Aconteceu a mesma coisa, parece que nem tocou no fundo e lá veio o puxão. Fisguei com vontade e fui rebocando o bicho, parecia até um enrosco, pesado e sem muita luta, mas de repente perdi o bicho. Não é possível, levou a isca com tudo, revisei o anzol para ver se estava com algum problema, mas não observei nenhuma falha.

Voltei a iscar e a posicionar no mesmo local. Da mesma forma veio o puxão, fisguei e fui recolhendo com velocidade e continuidade. O mesmo peso senti, fazendo resistência nas ondas e no fundo vez ou outra ficando preso. Por este estilo percebi que enrosco não poderia ser. Continuei recolhendo e então ví o danado, um baita Siri, do tamanho da mão de um homem adulto.

Confesso que não foi a primeira vez que peguei um no anzol, mas o mostro tava ferrado pela boca. Foi difícil tira-lo, as pisas do bicho não é brincadeira. Mas devolvi ele para o marzão, necessitaria mais uns 4 deste tamanho para fazer um caldo e acho que não seria tão sortudo assim.

Euforia aliviada, todo mundo calmo, arrumei tudo para um novo arremesso. A pescaria estava tão boa que toda a família estava prestando atenção. Em 15 minutos de pesca muita ação e briga como estas fazia tempo.

Voltei a arremessar no mesmo local, aguardei por volta de 3 minutos (foi muito rápido) e alguém pegou com vontade a isca, fisguei e senti o brigão. Pelo tipo de puxada e levada de linha de um lado para outro, já sabia que era um Paratí e dos grandes. Dito e Feito, pude velo fazendo surf nas marolas, tentando levar a linha até o ultimo instante.

Um exemplar muito bonito, é o maior exemplar que já peguei, deveria ter quase uns 2 kilos.
Este minha esposa não deixou soltar, pediu para levar para casa para fazermos um frito.
Sabe, na verdade acho que isto dá azar, parece que quando a gente leva o recorde para casa não pega mais um exemplar destes. Mas deixei minha superstição de pescador de lado e fiz a vontade dela.
Deu para tirar uma foto quando cheguei em casa para mostrar para os amigos.


Meu record do Paratí

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Pascoa com Pescaria de Dourados em Alto-Mar

Fui convidado inesperadamente na quinta a noite para na sexta realizar uma pescaria em Alto-Mar com meu Cunhado e o Amigo Aurélio, dono de uma lancha 17 pés - Fly Fish 170 Full. Boa lancha, ótimo custo benefício, pois é um modelo de muita estabilidade e espaço, permitindo muita segurança e liberdade de movimentação.


Saímos da marina de Penha por volta das 08:00 horas, rumo oeste contra o vento.
Navegamos até encontrar a divisa do mar azul e costeiro a uns 30 quilômetros da  costa, a uma profundidade de 40 metros.

Já de inicio me recordei o por que deixei deste tipo de pescaria, minha coluna, como as lanchas são rápidas é costumeiro a batida do casco quando cortam as ondas, isto provoca alguns impactos aos  tripulantes, principalmente os sentados. É como se estive-se passando por buracos enormes o tempo todo, sentado em uma banco de madeira.
Fico imaginando como seria se não estive-se em uma lancha confortável e segura como era.

Mas deixando as deixas ("Parece velho"). Iniciamos a pescaria colocando como isca um misto entre charutos e lulas. O Aurélio está bem equipado com 6 varas com carretilha potentes, deixou meu Molinete XT 6000 quietinho no canto.

Não demorou muito para o Aurélio tirar o primeiro Dourado, não era muito grande, deveria ter em torno de 2 kilos. Foi fisgado na superfície com boia na Lula, o danado nem reagiu, geralmente saltam fora da água, parecia até outro peixe.

Mais algum tempo depois e lá veio outro, do mesmo tamanho, desta vez marcando presença com lindos saltos ornamentais, também fisgado na superfície com Lula. Eu e meu Cunhado então mudamos a isca para Lula, embora estar com o equipamento preparado para pesca no fundo.

Novamente outra vara dá sinal, desta vez no fundo, meu Cunhado tirou desta vez, um exemplar um pouco maior de 4 kilos.
Só faltava eu tirar um danado destes.
Aurélio teve que tirar mais um até que finalmente uma puxada na minha vara. (Também 6 varas contra 1)
O bicho brigou sando saltos e marcando presença, eta bicho bom de briga, um Dourado também de uns 4 kilos. Já deu uma festa para este pescador.

Isto tudo ocorreu em torno de 1 hora de pescaria e de repente parou.
Aurélio entrou em contato com outros pescadores via rádio, estavam pior do que nós, não tinham pego nada. então dissidimos entrar mais a dentro em águas mais limpas e profundas.
Pescamos por mais 2 horas e nenhum  sinal de peixe.
Meu Cunhado começou a ficar amarelo, após conferir como estava o desempenho dos demais pescadores decidimos retornar. Até o momento apenas nossa embarcação tinha pegado alguma coisa.

Por volta das 14:30 horas já estávamos com os peixes limpos em filé, fizemos um shshimi com molho joio, mimenta e limão, ficou uma delícia degustado com cerveja.
Espero a próxima.

Meu Dourado de 4 Kilos

domingo, 30 de março de 2014

Pescaria para Abrir o Outono

Neste final de semana acordei mais sedo e decidi começar bem o outono com uma pescaria típica de praia.
Levei minha vara Super Cast de 4m e outra menor de 2,4m, ambas com Molinete XT4000 da Marines.


O objetivo era pescar durante a manhã e realizar boas capturas.
Já de inicio tive problemas com minha vara para curta Distância, sabe como é, "falta de manutenção no molinete causa  frustração e raiva". A algum tempo este molinete caiu na água e não tive tempo de desmonta-lo e realizar a manutenção, dito e feito, travou de um jeito que tive que recolher a linha no braço mesmo.

Lamentações a parte, caprichei em minha Super Cast de 4m, estava com um chicote de três pernadas com anzol um pouco maior (nr.9) iscado com minhocas.
Não demorou muito para os primeiros beliscões. Embora a vontade ser muita, o mar não estava com água ideal, devido a mudanças climáticas e chuva estava muito "mexido", ondas fortes que levantam a areia produzindo água turva, não de sujeira, mas de areia. Este fato limita um pouco as espécies, pois peixes como Pampos e Paratis preferem águas mais claras.

Iniciei trazendo para a foto um pequeno Roncador, que veio sem muita resistência. Como estava com apenas uma vara trabalhei com ela em punho o que me aumentou a sensibilidade. Logo consegui tirar um outro exemplar um pouco maior e até deu alguma graça ao tira-lo na onda.

Realmente não estava muito bom, uma parada grande sem beliscões, deu apenas para apreciar os raios de sol que vez ou outra apareciam por entre as nuvens.

Decidi mudar um pouco a estratégia, recolhi alguns mariscos da areia e coloquei como isca entre os anzóis de minhocas. Não demorou muito para tirar um pequeno Bagre.
Não sei se atraído pelo marisco, mas fisgado no anzol com minhoca.
Retirei meu amigo com cuidado e devolvi para o marzão.



Mais algum tempo e retirei outro, agora fisgado no marisco. Não era bem o peixe que se quer, não sei por que mas a maioria dos pescadores de praia não gostam muito de pegar Bagres, mas vale a pena a briga.

Logo minha esposa veio me buscar na praia.
Pescaria de hoje: Dois Roncador, três Bagres.

domingo, 23 de março de 2014

Tentando pescar Farnangaio

Queria realizar uma pescaria nova este final de semana.
Peguei minha vara de 2.80m, com molinete XT4000 da Marines e fui para Praia tentar pegar alguns Farnangaios.

O mar estava colaborativo para este tipo de pescaria, água clara e com muito poucas ondas, dando para ver os pequenos Pampos e Caracus nas ondas.
Ao chegar na praia não vi muito sinal de Farnangaios, geralmente andam em cardumes que é possível de serem avistados nas ondas.

A pescaria de Farnangaios é muito nova para mim, na verdade nunca pratiquei mas já li muito a respeito.
Consiste em utilizar o mesmo material para pesca a curta distância porem ao invés de utilizar na ponta uma chumbada, utiliza-se uma boia de arremesso.
Peguei uma de minhas bóias de arremesso que utilizo para Fly-Caipira e coloquei na ponta do chicote com dois anzois pequenos 5 empatados com 45cm de linha 30mm.

Já de inicio pude ver que a boia para este material estava muito leve, estava utilizando uma boia Deconto número 1, para este caso poderia utilizar uma boia 3. Outro ponto que observei, minha vara estava um pouco rápida (ou dura) demais, talvez uma vara de ação mais lenta permitiria um melhor arremesso.
Mas aos poucos fui adaptando a técnica e ao favor do vento conseguia arremessar em boa distância.

É uma pescaria com ação, pois não ficamos no aguardo como de costume na pesca de praia, arremessa-se e já na sequencia inicia-se o recolhimento. Pode-se variar o recolhimento deixando parado por alguns minutos.

Não obtive nenhuma captura, mas pude ver alguns Pampinhos perseguirem a isca. Coisa que pode-se deduzir que podemos capturar alguns espécimes diferentes dos Fanangaios.
Não pesquei durante muito tempo, em torno de  1 hora, mas não posso deixar de tentar novamente arrumando os detalhes e com mais tempo.

Mesmo material utilizado na Pesca a Curta Distância porem com Boia de Arremesso

domingo, 16 de março de 2014

Pescaria em Família - Pesque e Pague Schmitt - DAS BEER

Tilápias de 1,5kg

Final de semana agitado, trabalhei no Sábado, cansado e stressado queria descanso, nada melhor do que uma pescaria para relaxar. Minha esposa acordou hoje cede e me intimou a conseguir alguns filés de Tilápia para fazer de almoço, prontamente peguei a galera (família) e saímos para rumo ao Pesque e Pague Schmitt, queria um lugar que as meninas pudessem pescar também e que as tilápias seriam garantidas.
O Pesque e Pague Schmitt (já comentado em outros Post) tem ótima estrutura, com Play Ground, anexo a cervejaria Das Beer, sempre rola um chopinho no meio da pescaria.

Lagoa Principal - Pesque e Pague Schimitz

Chegamos por volta das 10:00h, alugamos algumas varas e buscamos um local com sombra, estava muito quente 36 Co. Nesses casos para obter maior ação e esportividade, prefiro pescar com minha vara de 1,2m muito lenta e fina, micromolinete, linha 20mm, sem chumbo, apenas coloco um empate de aço flexível e uma garatéia número 4. Prefiro as garatéias de cor vermelha, não sei explicar mas possui melhor produtividade.
A técnica que chamo de piramides, consiste em cobrir a garateia de maneira a formar uma piramide, desta forma quando cair no fundo da lagoa sempre uma ponta ficará para cima. Deve-se ter muita sensibilidade, pois assim que sentir que o peixe tocou na isca deve-se puxar para fisga-lo.

Esta operação torna-se muito mais difícil, pois como não utilizo boia, a sensibilidade está toda no pescador. Pescaria que proporciona muita ação, emoção e técnica, pois diferente da pescaria com vara, boia, chumbo e anzol que praticamente o peixe se pega sozinho, desta forma a chance do peixe é ampliada o que iguala a chance do peixe contra o pescador.
Alem do material ser muito leve, o que garante muita emoção no momento da luta com o peixe, uma tilápia de poucas gramas pode parecer um monstro.

Bem iniciei a pescaria pegando a primeira tilápia para animar o pessoal, já era grande com 1kg mais ou menos. Depois disto ajudei um pouco minha esposa
com as meninas para que elas capturassem cada uma o seu, tarefa que não foi tão difícil, o local está com muito peixe. Logo cada uma vez a festa e tivemos que ajuda-las para que não fossem arrastadas para dentro da lagoa.

Voltei a minha técnica e peguei mais algumas, entre muitos e muitos puxões sem conseguir tirar nada. Foi muito divertido, pois desta forma temos que ficar 100% alerta e focado na pescaria.

Até que tiro uma que realmente valeu a mena, 1,550 kg (pesamos no final em separado), deu trabalho para tirar o bicho da água, claro que aproveitei a briga deixando o peixe levar linha e brigar, afinal neste caso ele lutava pela vida.

Enceramos a pescaria com uma rodada de Chopp, 8 kg de tilápia já era mais que o suficiente.
Voltamos para casa felizes e preparamos um caldo de peixe com pirão branco e filé de tilápia frita.

O Pesque e Pague Schmitt, possui serviço completo de Bar e Cozinha, limpeza de peixe em filé sem espinha, alem de poder tomar Chopp da Das Beer. Vale a pena realmente.




Minha Casula

Minha Esposa

Namorado de minha filha mais velha
Outros Post:
Pesque e Pague - Schmitt
Tilápia de 1,800kg - Pesque e Pague Schmitt - Gaspar - SC

sábado, 8 de março de 2014

Pescaria de Marimbaus na Praia Grande

Semana muito difícil, depois de ter passado a noite no Hospital com meu Pai, fui obrigado a ir sábado para praia, pois já tinha um compromisso agendado a muito tempo.
Sobrando um tempo, fui pescar em uma praia que não pescava a um bom tempo, a Praia Grande em Penha - SC.

Fiquei encantado com a praia, realmente estava um paraíso da natureza, nunca vi neste local água tão limpa e calma. As meninas adoraram, mal chegamos e elas já pediram para ir para água.
Arrumei minha tralha e desta vez possuía um camarão especial, bem fresco de ótima qualidade que geralmente compro próximo ao trapiche de penha.
Este camarão considero como infalível.

Arrumei minha vara menor com um chicote de dois anzóis com chumbo 50g, a outra de 3,8metros coloquei um chicote com três anzóis com chumbo 100g. Estava sem ondas não necessitando chumbos muito pesados, poderia apenas considerar peso para o arremesso.

No primeiros minutos senti umas fisgadas, retirei minha vara menor e estava com um anzol cortado, Baiacú.
Troquei o anzol e reposicionei o equipamento. Novamente alguns sinais sutis, fisguei e nada, deixei mais um tempo pois como estava sem ondas não poderia ter tirado a isca.
Aguardei por mais alguns minutes e retirei minha vara maior, os três anzóis foram cortados, tinha um baiacu navalhando meus anzóis, como não possuía na caixa anzóis empatados com cabo de aço, só o que tinha a fazer era torca-los. Retirei minha outra vara e o mesmo tinha ocorrido, é nesta foi 6 a zero para o Baiacú.

Marimbau - Geralmente ocorre próximo a pedras
Então posicionei os equipamentos mais afastado que podia deste local, pois tinha que considerar o movimento dos banhistas também.
Desta vez deu certo, movimento de peixe, fisguei e veio surfando pela água, pensei que era um Pampo mas ao se aproximar pude observar que se tratava de um Marimbau.
Belo garoto, este peixe dá uma briga boa pois briga na água, não é como um Pampo, mas faz peso ao ser puxado. Retirei com cuidado do anzol e fui para foto.

Minhas meninas estavam se divertindo, vez ou outra um Cangulo se perdia com as ondas pequenas e acabava ficando encalhado na areia, elas pegavam e o levavam para água. Observei que em uma bandeira de Bombeiro que estava fincada dentro de uma espécie de piscina natural que se formou o Cangulo tinha companhia de vários peixes menores, acredito que na verdade ela estava protegendo suas crias.
Também tinham alguns cardumes de pequenos Carapicús.

Minha vara maior novamente dá sinal vigoroso de ponta de vara, fisguei e trouxe mais um Marimbau, dessa vez um pouco menor. Logo minha filha casula correu para pega-lo dizendo que queria soltar desta vez. Expliquei para ela como pegar o peixe e não se machucar e lá foi ela faceira soltar o bicho.

Consciência ecológica
A pescaria teve que ficar por aqui, já estava na hora de voltarmos para casa.
Pois neste final de semana não estava com muito tempo, queria voltar cedo para casa para visitar meu Pai no Hospital novamente.

Resultado foi, dois Marimbaus, um Cangulo salvo, e uma navalhada de seis anzóis de um Baiacu.