sábado, 16 de janeiro de 2016

Pampo na praia do Quilombo


Neste sábado, para tirar "ir as forras" da decepção do dia anterior, fui dar uma pescada na praia do Quilombo em Penha-SC.Boas recordações tenho desta praia, é uma praia de tombo com areia grossa que possibilita a captura de Pampos Galhados, Pampos Amarelos com muita produção.
Claro que a água deve estar clara e propícia para tal.

Lamentavelmente esta praia possui problema de saneamento básico, existem ligações clandestinas de esgoto na rede fluvial que despeja diretamente na praia, lamentável.
Meu pai possui uma casa próxima, fomos visita-lo, a intenção era o pessoal ir se banhar e eu e meu velho irmos pescar. Meu velho não é um pescador de praia, é um 'pescador de barranco", gosta mesmo é de pescar no rio com vara caipira de bambu. Mas topou ir junto e ficar só olhando em uma cadeira de praia.

Chegamos no local e preparei a tralha, três varas, uma a curta distância (antes da primeira arrebentação na areia), minha Versus mais mole atrás da segunda arrebentação, e minha SuperCast arremessada mais ao fundo, logo no canal na terceira arrebentação.

Tudo certo, tudo preparado, as varas em seus suportes e ficamos no aguardo.
Cheguei as 16:30h e até as 17:30 (mais o menos) nem sinal de peixe. Novamente a água estava muito quente, e sentia que isto poderia influenciar.Um ou outro beliscão sutil na vara a curta distância, sinal de peixes pequenos, mas nada mais.Decepcionante, não é possível que um marzão desses, em um dia tão lindo não iria pegar nenhum peixe. Aguardei por mais um pouco, troquei a isca, reposicionei as varas, muda a direção e os locais, mas nada, nenhuma ação.

Meu velho me convidou para irmos buscar uns mariscos em uma fazenda marinha próxima e tomarmos uma cerveja. Comecei a recolher as varas, já estava ficando com a temperatura mais amena divido a descida do sol.
Recolhi a vara de pesca a curta distância, depois a SuperCast de 4m, tudo muito demorado, até que na Versus um sinal vigoroso de peixe, a ponta deu a magnífica apontada para baixo.
Peguei a vara, fisguei e confirmei, e como resposta recebi um puxão e uma levada de linha. Comecei a recolher rapidamente para não afrouxar a linha, o peixe se meteu em uma bela onda e aproveitou o arranque.
Logo vi o garoto surfando na onda de água clara.

Continuei recolhendo e sentindo os puxões provocado pela mudança de direção do danado dentro da onda. Não tinha dúvida, era um Pampo e de bom tamanho, melhor se for um Galhado. Fui recolhendo com cuidado e próximo da espuma pude ver o bicho, um belo Pampo amarelo. Meu velho logo foi dizendo: "Vamos levar, já dá um frito". Mas depois convenci ele que era apenas um e não adiantaria mesmo sendo Bonito.


Notei que muita gente me observava, de olho cumprido em cima do peixe - "Será que ele vai soltar? - Não, dá para mim!!!". Tirei ele do anzol, levei ele até a água e deixei que se recupera-se, então vi mais uma vez a imagem que mais gosto, o Pampo voltar para o Marzão a toda velocidade, como se estivesse feliz da vida por ser solto (", e quem não ficaria em tal situação?!").

Uma pescaria de um peixe só, mas valeu. Valeu para me recordas das capturas de Pampos que já fiz, desta linda imagem de retorna-los para o mar, das brigas deste animal magnífico que já me deu tantas alegrias e emoção.

Fui, mas logo volto, quero pegar uns Pampos Galhados.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Mar Quente, Peixe nem para remédio


Hoje ao chegar em casa, pude notar um final de tarde magnífico.
A água do mar estava com uma cara de Pampo, extraordinária.
Ondas Claras, nem muito forte nem muito grandes, as três arrebentações naturais da praia de Piçarras estavam bem definidas.
Peguei minha tralha, emergencial, minha Versos, a secretária (apoio de vara), caixa de material e me mandei. As meninas foram comigo e aproveitaram a água para se banhar no mar.

Ao chegar a primeira impressão que tive e notei é que a água do mar estava muito quente. Achei isto meio estranho, mas preparei tudo e coloquei o material na água, posicionei o chumbo entre a segunda e terceira arrebentação, recolhi um pouco para achar o canal e pronto, era só aguardar.

E aguardar, e aguardar, recolhe, a isca nem mexida, troca a isca, arremessa e aguardar, aguardar.... e aguardar. Nem um sinal de peixe, dava até uma angustia, um mar lindo, tudo muito ideal e nada.


Depois de quase 2 horas de pesca um perdido e minusculo bagre.
Mas não me dei por vencido, pesquei até não enxergar nada. E assim foi, nada.

O mar realmente não estava para peixe.
O meu alerta foi a temperatura da água, muito quente, isto pode espantar os peixes para locais de água mais amena nos 26 graus.

Mas vamos ver como fica amanhã.

sábado, 9 de janeiro de 2016

Começando bem o ano.

Após um longo repouso devido a um problema de saúde (fiquei "descadeirado" como já ouvi falar).
Finalmente me senti apto a dar uma pescadinha para começar bem o ano.

O mar após um longo período de águas turvas e turbulentas finalmente se acalmou.
A água estava limpa na cor verde claro costumeira.
A lua no período está influenciando, gerando mares muito altas e baixas, um aspecto favorável para os que pretendem uma boa produtividade.

Iniciei arremessando na segunda arrebentação, quando cheguei na praia a maré estava muito alta, na praia de Piçarras que costumeiramente possui uma área grande de areia, estava quase só na vegetação de proteção ambiental. Este fato facilitou minha pescaria, pois nesta época do ano a disputa por um lugar na areia pelos banhistas, faz com que quase seja impossível pescar na praia. Com este fato da natureza, a praia ficou liberada com poucas pessoas na praia, os que se aventuravam na água eram retirados por prevenção dos salva vidas.

Não demorou muito para um primeiro puxão, o tradicional telegrama com as três batidas foi dado e a linha foi levada. Ao iniciar o recolhimento a linha começou a dançar de uma lado para outro, era um bom peixe, dando cabeçadas até aparecer na onda. Era um parati barbado de tamanho bom para iniciar muito bem a temporada.

O bicho era bonito, chamou a atenção dos que passavam na praia.
Demorei muito a pegar o celular para a foto, ele começou a se debater e acabou se soltando do anzol. Me atrapalhei um pouco, mesmo agindo rápido, tirando a foto, sua recuperação não foi possível.
Após deixa-lo por um  bom tempo na água se recuperando, notei que não voltaria mais a se recuperar. Fiquei com medo de desperdiçar um belo exemplar como este e em respeito a criatura, decidi leva-lo para casa. Coloquei ele em uma sacola, minha suspeita foi confirmada, ele nem reagiu mais.

O Parati é um peixe muito forte, tem a característica de  brigar muito e dar tudo de sí, quando é retirado da água geralmente não possui mais forças para se recuperar. Vai aqui minha dica, quando pegar um destes, seja rápido, tire a foto do troféu e deixe recuperar um pouco antes de solta-lo.

A pescaria valeu, a maré baixou muito as ondas mudaram a formação e mais dois pampos vieram a praia. Alguns pescadores começaram a aparecer, já eram 19:00h, notei que não estavam muitos produtivos e quando recolhia os Pampos, principalmente quando os soltavam todos olhavam para mim.

Começou a formar algumas nuvens pesadas, comecei a recolher a tralha para retornar para casa antes da chuva.

Ótima pescaria, como é maravilhoso esta sensação de liberdade, de harmonia com a natureza.
Estero que este ano seja muito bom para pesca, muitas capturas e muita aventura.


sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Conhecendo o Rio Uruguay

Rio Uruguay

Neste final de ano, mesmo um pouco debilitado com minha coluna, minha filha e meu genro me convenceram em fazer uma viagem de carro, 900km em direção a divisa do rio grande do sul e argentina. Na verdade fomos passar o final de ano com seus pais, nossos amigos em sua casa de campo as margens do rio Uruguai.

Um belíssimo lugar, muita natureza, tranquilidade e harmonia com a natureza. Recentemente este paraíso foi castigado pela maior enchente nos últimos 35 anos. Muitas casas do Balneário foram destruídas, e inacreditavelmente esta casa de campo ficou debaixo da água. Ela é de dois andares no estilo cabana americana em um lugar elevado. Foi muita água mesmo, arrasou a região e praticamente sumiu com os peixes.

Mas como estava em um lugar que convida a pesca, não pude deixar de tentar alguma coisa, levei duas varas comigo na viajem, minha estimada vara de briga de carbono maciça, equipada com um molinete com 6 rolamentos padrão XT 4000 com linha 60. E uma vara ultra-lighit para pesca com isca artificial e Fly-Caipira.

Iniciei com a pescaria com minhocas com chumbada maior e um bom empate de aço de 30cm. Fazia um bom "engodo" de minhocas e colocava ao fundo na corredeira na esperança de pegar um belo surubim.

O Rio uruguai estava muito alto, e contendo muitas galhadas e enrosco trazidos  com a água, estava difícil de pescar. Neste cenário o enrosco era quase que constante e para não perder o material acabai desenvolvendo uma técnica de retirada que quero compartilhar.

DICA: Como retirar anzol ou chumbada de enrosco em rio de corredeira.
Quando perceber que a linha ficou presa em rios de corredeira faça o seguinte. Não force muito para não fincar o anzol ainda mais, ou prender outras partes do arranque em outros enrosco.  Solte linha do molinete e deixe que a corredeira leva a linha, cuide para não enroscar a linha em outros materiais que venham flutuando na água. Depois de ter soltado em torno de 10 a 15 metros de linha, prenda o molinete e como se estive-se dando uma boa fisgada, puxe a vara com força.

Este movimento fará força contrária a posição do material enroscado, lembrando que a linha deve ter com a correnteza passado a frente deste local, com a puxada e ação da água o movimento acaba puxando a linha no sentido contrário. Como um ponto de interrogação, onde o pescador está na posição do ponto e anzol na ponta da interrogação.

Funciona muito bem é quase infalível, quando a chumbada enrosca nas pedras e quando o anzol apenas ficou preso em alguma galhada. Obviamente não sendo válido no caso de enrolar a linha em galhos. A mesma técnica pode ser aplicada em pescarias em costões de pedras onde geralmente a chumbada se prende entre as pedras.

CONTINUANDO:
Muito bem vou voltar a minha pescaria. Tentamos por três vezes a pescaria, e realmente estava muito ruim. Não passou de alguns poucos cabeças-chatas como chamam um tipo de bagre branco quase prateado, eu conheço como Dourada. E acho que é possível encontra-lo também na bacia amazônica. Alguns chamam de jundiá-cabeça chata, outros de mandi branco.

Os peixes eram pequenos, nada maior de 25cm , eu devo ter fisgado em torno de uns 5 exemplares destes. Meu parceiro de pesca, (o Pai de meu Genro) capturou o verdadeiro Mandi que ele chama de pintadinho, deveria ter uns 30 cm.

O sol e a unidade na barranca do rio estava muito forte, eu chegava a passar mal e a vontade era se jogar no rio. Na ultima pescaria tentei com isca artificial por ter visto a ação de alguns dourados no dia anterior na superfície da água. Arremessei até meu braço doer, utilizei todas as iscas de superfície, mas não tive sucesso. Estava pescando de teimoso, pois  para este tipo de pesca deveria estar embarcado e tentar em vários locais, a produtividade é muito baixa pescando em um local fixo para pegar este tipo de exemplar.


Mas valeu este contato magnífico com este rio maravilhoso, me fez sonhar em fazer uma pescaria na Argentina, bem programada em hotéis especializados em pesca.  

sábado, 3 de outubro de 2015

Pescando com o que encontrar na praia

Depois de muito tempo sem pescar, devido a compromissos particulares e o mal tempo, este final de semana finalmente sobrou um tempinho.
O tempo estava feio, nem fui atrás de isca apropriada, mas peguei a tralha e fui tentar alguma coisa com iscas que encontrasse na praia.

A praia estava completamente deserta, com um vento a sensação térmica era de 15oC no mínimo.
O mar estava meio revolto, devido as fortes chuvas a água estava meia turva.

Montei minha vara, coloquei na secretária e fui procurar iscas, encontrei um caranguejo e alguns mariscos da areia, isquei tudo e mandei para o fundo. Minha intenção era pescar na terceira bateria de ondas (da praia para o mar), onde a água estava mais limpa.

Não demorou muito para sentir um puxão, empunhei a vara, aguardei a confirmação e ao mínimo toque dei uma fisgada que foi respondida com a levada de linha de um lado para outro.
Puxei a vara e fui recolhendo linha, o bicho brigou forte no inicio e logo parou, sinal de um bagre. Muita gente acredita que o Bagre é meio sem graça para captura, mas uma coisa posso dizer, o primeiro arranque é muito forte, depois do primeiro arranque este peixe costuma tentar se fixar no fundo da areia abrindo suas nadadeiras fortes, isto produz um peso e uma retirada bem difícil e técnica.

Fui recolhendo e tirei meu amigo, não era muito grande, tamanho padrão para a praia.
Novamente isquei, produzindo uma boa trouxa de marisco no anzol e voltei a colocar a chumbada na mesma posição mais ao fundo possível.

Não demorou muito para mais um puxão, dessa vez com direito de puxar o assistente de vara junto. Um pelo puxão arcando a vara e colocando meu ritmo cardíaco em dia. Este deu trabalho, brigou muito, até pensei que era outro peixe, nadava de um lado para outro produzindo um peso na linha me deixando alerta para não forçar muito (estava com linha 25mm).


Um belo bagre branco, deu até trabalho para bater a foto, grande mesmo, pelas minhas medidas o dobro do meu pé (calço 42). Tirei a foto na areia, tentei colocar o pé ao lado, mas quase levei uma esporada, soltei o monstrinho e devolvi para água que saio nadando tranquilamente.

Peguei mais dois bagres no tamanho padrão, quando um puxão me chamou a atenção. Conhecia o estilo, aquela maluquice de levar a linha de um  lado para outro dando "cabeçadas" só podia ser um Paratí. E não deu outra, um Paratí de bom tamanho, estava bem fisgado, fiquei um pouco preocupado pois pela briga o peixe tinha se machucado um pouco e sangrava muito. Tirei rápido o anzol tentando não machucar mais, segurei um pouco ele na água para se recuperar e quando começou a tentar fugir o soltei. 

Monstro de quase 1 metro. 

Peguei mais um bagrinho antes de voltar para casa, feliz pela tirada de atraso.
Vou torcer para que o tempo estabilize, aqui no Sul a coisa está ficando feia com o El Nino.



sábado, 11 de julho de 2015

De Grandes Bagres a um considerável Pampo

Neste final de semana, para me vingar dos últimos dois finais de semana mal sucedidos, pensei em dar uma tentada em praias diferentes.
Minhas esposa queria visitar sua irmão que mora em uma outra praia próxima, então não poderia perder a oportunidade de ficar no caminho em uma praia que desce melhores resultados.
Passei nos maricultores em Penha-SC e peguei camarão fresco, ela me deixou por volta das 15:00 horas na Praia Grande do município de Penha - SC, bem próximo ao Beto Carreiro - Parque temático da região.

A praia é não é muito grande, embora o nome, mas possui várias sequencias de ondas formando um local muito bom para todos os tipos de pesca, possui dois costões de pedras altar e boa arrebentação, ondas para pescar na espuma, a curta distância e para arremessos longos.

Levei dois equipamentos, um para longa com uma vara Versus da Marines Sport, e outra para curta distância que pretendia pegar os pampinhos que por ali habitam. Os últimos dias na região foi muito chuvoso e com mudanças climáticas devido a várias frentes frias, ciclones em alto mar, tempo úmido seguido por seca em poucos dias.
Estes fatores todos alteram a vida marinha e a constância das praias, fora a pesca excessiva com redes a fim de pegar as cobiçadas tainhas da época.

A água embora tudo isto, estava limpa, bem clarinha, ondas fortes mas com muitas sequencias de arrebentação propícia para betaras e outros peixes de fundo.

Arrumei toda a tralha e na primeira hora nem sinal de peixe, apenas uma fisgada que acabei perdendo por não fixar direito a linha no prendedor de engate rápido.
Minha mulher e meninas tinham voltado, minha cunhada não estava em casa.
Finalmente um sinal de peixe, uma fisgada forte, uma corrida forte, ao fisgar, a típica enterrada de areia, "putz! um bagre", Melhor do que nada, não tenho nada contra este peixe, mas realmente sua captura quando de tamanho pequeno é "igual dançar com a irmã, não tem graça nenhuma".

Troquei a isca, coloquei bom pedaços de camarão e arremessei em outra direção mais ao fundo no ultimo canal.
Não demorou muito para mais uma fisgada, dessa vez com presença, estava com chumbo 150g e o peixe levava de um lado para outro com facilidade. Se for um Bagre de novo seria dos grandes.
Dito e feito, um belo bagre que por diversas vezes arcou a vara dando um bom trabalho para tirar, ao final com direito a corrida de volta para a onda e tudo.

Maravilha! Era disto que estava falando, sentir a adrenalina de uma boa briga.
Minha esposa tirou foto de nosso amigo, levei ele para água, deixei recuperar bem para enfrentar as ondas e lá foi o garoto de volta para o marzão.


Arruma a tralha! Já estava começando a escurecer, minha esposa concordou em mais uma tentativa.
Deixei um pouco as varas na água e revolvi desmontar a vara menor, estava recolhendo a linha após tirar os anzóis e chumbada quando minha vara maior quase é levada para dentro do mar com suporte e tudo.
Uma boa arcada de vara seguida por vários puxões malucos.
Caramba !!! É o maior peixe do mundo!!! Bom isto todo pescador pensa.
Corri para fisgar, fisguei para confirmar por que a essas alturas o bicho possuía um enorme pierci na boca. Senti o peso do garoto, pelo tipo de força e briga era um Pampo e não poderia ser muito pequeno. Começou a levar a linha de um lado para outro da onda, retornando para o fundo algumas vezes, com minha vara Versus com carbono muito lenta a sensação realmente era que estava rebocando um submarino.


Após algumas corridas de linha, comecei a vencer a fera e pude ver a surfada na onda, realmente era um Pampo, e não era muito pequeno não. Sei que Pampos podem ficar muito grandes, mas para a região posso dizer que era um bom exemplara.
Tirei o garoto na briga, e foi difícil fazer a pose para foto, "Bicho Bravo!!", após algumas fotos, uma vibração levei o touro para se recuperar na água. Deixei até que ele decidisse ir embora, saio dando coise a toda para dentro do mar fazendo um carreiro na água.
Não sei se curto mais isto do que a própria captura, adoro ver um bicho lindo desses, valente voltar para o marzão com toda sua vitalidade.



Feliz por quebrar o período de má sorte, e faceiro feito "cachorro amarrado com linguiça", cheio de história para contar.
Valeu mesmo, e se valeu.